quinta-feira, 22 de outubro de 2009
UPDATE - Pegando carona nos 8 anos
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Meus heróis não morreram de overdose
Mas estão separados de corpo. Arnaldo, Sérgio e Rita. E me irrita quando não consigo lidar com a separação, mesmo que alheia. Desde os meus 14 anos ouço Mutantes numa frequência razoável. Ouço tudo que vem deles, desde a música às palavras autobiográficas, até mesmo os relatos desaforados.Quando a gente escuta uma determinada música, ela tem o poder de nos transportar ao nosso passado, e isso é válido e muitas vezes cativante. Quando ouço Mutantes sou capaz de me transportar para o passado deles. O encantamento/estranhamento de suas músicas deve-se à sua força atemporal. Não é uma ruptura, mas sim uma permanência em uma dobra, em algo que não é liso, ditado, esperado. Um lugar onde eu queria permanecer também.
E como hoje estou bem amor, queria compartilhar essa história de amor e outras, de Sérgio e Arnaldo, de Arnaldo e Rita, de Arnaldo e Arnaldo. Histórias que você pode sentir ouvindo as músicas do álbum Loki, por exemplo, considerado uma obra prima, ou se envolvendo nas imagens do documentário homônimo de Paulo Henrique Fontenelle. Para quem não é fã, é legal conhecer. Para quem é, é maravilhoso (na sessão que eu estava, o filme recebeu aplausos sinceros no final, foi lindo). O filme vai ser lançado em DVD no próximo mês. Taí um item de coleção que ninguém precisa me proteger para não adquiri-lo. Abaixo, o trailer de Loki.
Beijo, Loki, te amo. Um dia vou te visitar em Juiz de Fora.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Pegando carona nos 8 anos
Fabiana Castro disse...
Aos 8 anos, eu tinha um par de pernas finas que flutuavam sob meu short Adidas azul (sem ser aquele de índio). Tinha uma mola maluca e uma tv Philco Hitachi de 14 polegadas que era a sensação do meu quarto (está lá até hoje). Era copa de 90, sediada na Itália, e todas as crianças da rua pintaram aquele mascote horrível no chão, eu inclusive.
7 de Outubro de 2009 09:09
Lembrei, depois de escrever, que eu pedi autógrafo para o Luisinho do Atlético e da Copa na porta da escola, tinha uma agenda com o Menino Maluquinho na capa e cheia de papel de bala dentro, vários pedaços de Geleinha suja agrupados, quebrei o braço andando na minha caloi vermelha, li só o primeiro capítulo do livro O Caso da Borboleta Atíria e tinha um cabelinho "impenteável". E tinha a minha avó Ana, que jogava no bicho pra mim toda semana e dizia que eu perdia sempre porque tinha muitos amigos, e não precisava de dinheiro. Ê vó!... Rsrsrs...
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Vida Randômica

